O “um” tem que curvar um pouco a cabeça se quiser manter-se de pé, o 1

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O “um” tem que curvar um pouco a cabeça se quiser manter-se de pé, o 1. Se não, teria de sucumbir à sonolência e à necessidade de descanso, e não poderia, quando atacado pelo sono, manter-se direito, erguido e ereto. Um, de onde provêm a união e a desunião. E Virginia Woolf que descreveu Neville em As ondas dizendo: “Num mundo que contém o momento presente, porque temos que distinguir? Nada deveria ser nomeado, de modo a não ser transformado. Deixemos este banco, esta beleza, abandonados ao puro prazer de existirem”.